Coloque os números do seu evento e veja para onde vai o dinheiro.
Dois modelos, lado a lado. À esquerda, uma plataforma que cobra uma taxa única sobre a venda e recebe o dinheiro na conta dela primeiro. À direita, o modelo da newpass: o dinheiro cai direto na sua conta, e a newpass cobra só a porcentagem da plataforma.
Os seus números
Receita bruta de R$ 240.000,00
2.000 ingressos vendidos.
Isso é uma simulação pra comparar os dois modelos, não é uma proposta comercial. A taxa real de quem processa o pagamento depende de quem você contratar, da forma de pagamento usada e de quanto você vende; a taxa newpass é definida na proposta. Se você antecipar o recebimento de vendas parceladas, isso é negociado direto por você com quem processa o pagamento, e não entra nessa conta.
Três coisas que a calculadora não mostra — e que pesam do mesmo jeito.
Quando o dinheiro chega
Com a sua própria forma de receber, o prazo pra cair na conta é o do seu próprio contrato — não o cronograma de repasse de uma plataforma que segura o dinheiro até depois do evento acontecer.
De quem é o risco
Se um cliente contestar uma cobrança, isso acontece direto na sua relação com quem processa o pagamento, com regras que você já conhece. A newpass monta as provas pra sua defesa automaticamente, mas não fica no meio dessa decisão.
De quem é o público
A sua lista de clientes fica no seu próprio site, com as suas ferramentas de divulgação conectadas. No próximo evento você fala direto com quem já comprou, sem pedir licença pra ninguém.
Feita a conta,
vamos conversar?
Traga o número real do seu último evento. A gente mostra na tela o que mudaria — e onde a newpass não faz diferença, também dizemos.